O amor dá e o amor tira. O amor dá-nos esperança, sonhos, enche-nos a cabeça com planos e rectas cheias de cores, inunda-nos o espírito de som e músicas bonitas. O amor tira, destrói-nos os sonhos, apaga-nos as linhas com que desenhamos o nosso futuro, tira-nos a banda sonora perfeita para compilar músicas que nos deixam em baixo.
O amor é uma revolução e uma hecatombe. O amor é um luxo e uma necessidade. O amor é demais para mim.
Acordei, infinitamente triste. Hoje voltei a apagar todas as linhas que tinha desenhado, todas as arestas que desenhavam o meu futuro tão bonito. Hoje estou feliz por estar vivo. De agora em diante vou pegar em todos os pontos que tenho e vou desenhar planos sem amor. Só para mim.
Há muito que receava estar afundado num solipcismo profundo, mas por achar que não há nada no meu mundo que criasse um ser como tu, agora sinto-me menos sozinho.
Adeus e obrigado.
O amor é uma revolução e uma hecatombe. O amor é um luxo e uma necessidade. O amor é demais para mim.
Acordei, infinitamente triste. Hoje voltei a apagar todas as linhas que tinha desenhado, todas as arestas que desenhavam o meu futuro tão bonito. Hoje estou feliz por estar vivo. De agora em diante vou pegar em todos os pontos que tenho e vou desenhar planos sem amor. Só para mim.
Há muito que receava estar afundado num solipcismo profundo, mas por achar que não há nada no meu mundo que criasse um ser como tu, agora sinto-me menos sozinho.
Adeus e obrigado.

1 comentário:
fantastico começo, joaozinho.
de facto, parece que por vezes o amor é demais para nos. mas porque nao conseguimos nós viver sem ele?
espero que estejas bem.
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