Há várias formas de amar, e consequentemente, várias formas de expressar os diversos tipos de amor que sentimos. Hoje escolhi uma forma pouco usual para expressar um tipo de amor que raramente se expressa assim tão explicitamente. Vou escrever uma declaração de amor, um amor que me magoa todos os dias, por não me ser permitido exprimir-me por qualquer outra forma, uma daquelas mais usuais.
Não percebo. Olho, todos os dias, para todas as coisas que fiz, contigo e para ti, e não consigo encontrar nada que justifique, este teu silêncio. Quero que saibas que te amo, como um amigo, daqueles a sério, ama. Existem poucas pessoas no mundo que me tocaram como tu. És daquelas pessoas, que mesmo sendo tão diferente de mim, me faz entender o quão bom é estar vivo, e o quanto nos podemos sentir acompanhados por não estarmos sozinhos. Tenho tantas saudades tuas. Não é justo, que não me deixes saber sequer, que estás bem. Não é justo que te tenhas feito parte de mim para depois me arrancares o teu pedaço. Quero que saibas, que penso todos os dias em ti, e por mais que tente, não consigo desistir. Prometi um dia a mim mesmo, numa qualquer tarde de Verão na Figueira, que te ia proteger para sempre, que nunca te ia deixar sozinha. Escrevo-te esta carta, na esperança, talvez em vão, de que me deixes cumprir as minhas promessas. Preciso de ti, preciso de ti para estender os braços ao sol, preciso de ti para beber imperial numa esplanada qualquer, preciso de te ver rir outra vez. Lembro-me de estar contigo, e com eles, e sentir-me tão bem, tão confortável, tão feliz. Preciso de ti na minha vida, porque foste uma das coisas mais bonitas que me aconteceu. Por favor, parte o silêncio, sai desse sitio onde não te consigo ver. Por favor... Não me apetece deixar este amor morrer.
Não percebo. Olho, todos os dias, para todas as coisas que fiz, contigo e para ti, e não consigo encontrar nada que justifique, este teu silêncio. Quero que saibas que te amo, como um amigo, daqueles a sério, ama. Existem poucas pessoas no mundo que me tocaram como tu. És daquelas pessoas, que mesmo sendo tão diferente de mim, me faz entender o quão bom é estar vivo, e o quanto nos podemos sentir acompanhados por não estarmos sozinhos. Tenho tantas saudades tuas. Não é justo, que não me deixes saber sequer, que estás bem. Não é justo que te tenhas feito parte de mim para depois me arrancares o teu pedaço. Quero que saibas, que penso todos os dias em ti, e por mais que tente, não consigo desistir. Prometi um dia a mim mesmo, numa qualquer tarde de Verão na Figueira, que te ia proteger para sempre, que nunca te ia deixar sozinha. Escrevo-te esta carta, na esperança, talvez em vão, de que me deixes cumprir as minhas promessas. Preciso de ti, preciso de ti para estender os braços ao sol, preciso de ti para beber imperial numa esplanada qualquer, preciso de te ver rir outra vez. Lembro-me de estar contigo, e com eles, e sentir-me tão bem, tão confortável, tão feliz. Preciso de ti na minha vida, porque foste uma das coisas mais bonitas que me aconteceu. Por favor, parte o silêncio, sai desse sitio onde não te consigo ver. Por favor... Não me apetece deixar este amor morrer.
